quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Ícones dos nossos tempos-Renault Alpine a310

Quem tem um fraquinho por clássicos, conhece certamente o vasto historial da Renault no que toca a máquinas de velocidades insanas e causadoras de severa dependência. Do seu longo historial, todos recordamos os modelos turbo, o Clio Williams, depois temos os Gordini, e chegamos onde eu queria com toda esta conversa aos Alpine.
A Alpine era uma pequena construtora francesa que como é fácil de prever, usava motores Renault montados atras para locomover as suas criações, do seu catálogo constava um carro fantástico que todos se lembram, o a110 vencedor de inúmeras provas de rally. Com o decorre da sua história foi comprada pela Renault, e desta fusão surgiu um dos carros exóticos que eu mais aprecio do catálogo Renault Alpine a310, na sua primeira encarnação era alimentado por um motor proveniente do R17 preparado pela Gordini. Era um motor de quatro cilindros, montado na parte traseira. A potência máxima chega a 127 cv, graças ao uso de dois carburadores twin- barrel 45 Weber.

















Já na sua segunda encarnação tinha um fantástico motor v6 a gritar atras dos nossos ouvidos, juntamente com uma carroceria cheia de fashion sense francês, sem sombra de dúvida foi uma fórmula de sucesso que neste carro se revela, na minha opinião, extremamente atrativa, um verdadeiro supercarro que deixou certamente muitos queixos caídos por onde passou.
Mecanicamente usou um inovador motor v6 desenvolvido em parceria pela Renault, Peugeot e volvo, este motor ao contrário dos v6 mais comuns que usam uma disposição em v ate 60º, usava um v a 90º, tal como os v8. Em termos de potencia o a310 começou com o v6 aspirado de 150cv com vários níveis de acabamentos, na sua última versão, chegou aos 193cv graças a uns magníficos carburadores triplos weber 46 IDA entre outras modificações constantes do pack GT Boulogne.

Sem sombra de dúvida que deveria ser um carro fantástico, uma verdadeira delícia…







quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Icones dos nossos tempos-OPel Kadett D

Um dos modelos muito em voga no mundo das preparações com base em modelos Opel e sem sombra de dúvida o Corsa A e restante família Corsa, no entanto eu para ser diferente gosto mais dos Kadett D. São mais largos, mais proporcionais e tem muita mais pinta, na minha modesta opinião.
Este modelo teve duas versões especiais os SR e os GTE, no que toca aos kadett SR só estavam disponíveis com os motores de 1,3s e 1.6s. pro fora era fornecido com uma pintura diferente coma a parte inferior da carroceria e friso nas cavas de roda até o pára-choque com pelicula preto fosco. Este pacote incluía também os alargamentos, spoiler dianteiro, rodas de liga leve e saias laterais. A partir de 9/81 foram adicionas listas indicadoras da serie SR.
No interior, o equipamento oferecia bancos desportivos Recaro e indicadores no painel de instrumentos distintos dos outros níveis de acabamento.

O GTE era outra loiça, foi comercializado a partir de 1983.o seu motor de 1,8 litros de injeção, de 115cv, pertencia à nova geração de motores OHC com cabeça de liga leve e compensação da folga das válvulas hidráulica, foi criado nas linhas de produção de componentes da fábrica de Kaiserslautern. A variante GTE diferencia-se externamente por flares nas rodas, frisos laterais, pára-choques dianteiro e espelhos, e as jantes de liga leve de cor prata do Ascona C.
O interior tinha os bancos desportivos Recaro GTE em cinza Feinvelour, um volante desportivo que incluía o logotipo GTE no botão da buzina e no painel de instrumentos. Além disso, o GTE era o único da sua geração de kadett a ter um velocímetro com escala até 220 km / h. Para todos os outros modelos, a escala do velocímetro variou até 200 km / h.

Em suma mais um modelo excitante, com muito poderio, que faz corar de inveja muitos dos carros novos que para ai andam
 
















terça-feira, 28 de outubro de 2014

Icones do nosso tempos-Alfa Romeo\Alfasud sprint veloce

Atenção conteúdo para viciados em italianos da pinta.

Posto isto hoje vou falar-vos de um modelo que me é muito querido, é na minha opinião um dos tesouros da Alfa Romeo dos finais dos anos 70 princípio dos anos 80.
Desde a sua génese, este modelo transpira masculinidade. O motor adotado, o boxer Alfa Romeo, que na sua versão mais potente debitava 95cv aproximadamente, por si só poe homens de barba rija com os cabelos em pé
Depois tem aquela sexyness dos modelos italianos, tem stance de matador, aquele aspeto de quem esta sempre há espera da próxima vitima, sim estou a falar dos Alfa Romeo\ Alfasud sprint veloce.







Tinha por base a plataforma dos alfa sud, fabricado pela Industria Napoletana Costruzioni Autoveicoli Alfa Romeo Alfasud - SpA, tinha por base o seu motor boxer e a plataforma do alfa sud. É que motor, um boxer de com 4 carburadores, produz um som em aceleração incomparável com qualquer outro, uma sensação completamente intoxicante, diferente dos mais tradicionais 4 em linha, é diferente simplesmente. Eu sou suspeito pois tenho um, mas na verdade e inebriante o trabalhar desde motor nos regimes mais altos, deixo-vos um vídeo no final par atestar do que estou a falar.
Foi Desenhado na cas de um senhor chamado Giorgetto Giugiaro tendo por base o alfa sud e posteriormente os Alfa Romeo 33, os sprint veloce têm um desenho muito mais anguloso o que lhe confere o um ar de natural born racer, basta um olhar e certamente que poucos ficaram indiferentes.
Em termos de desempenho e conhecido pela agilidade e o tal motor boxer, e tal como o algodão o historial não engana e um carro com pedigre de competição. Foi, e ainda e utilizado em diversos campeonatos de competição, o que dira certamente alguma coisa sobre a sua aptidão para corredor.
Na minha opinião tem sexyness q.b. e um boxer vintage que transmite sempre good vibe a quem têm o habito de os conduzir. Uma excelente combinação made in Italy.



segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Datsun 120y coupé - Perola negra

Hoje vamos falar de um carro muito especial, trata-se de um Datsun 120y coupé de 1979, que nesta reencarnação como coupé fastback esta fantástico.
E dos carros japoneses da década de 70 que na minha opinião rebenta com o fator cool, é que tem mesmo muita pinta, e este carro em particular esta uma verdadeira perola
Este 120y e pose de um amigo da madeira, ao qual desde já agradeço a oportunidade de poder aqui mostrar o bom trabalho feito, e viciar mais uns quantos, com este modelo.
Pode-se dizer que este carro e verdadeiramente um carro de família. digamos que faz parte da vida deste viciado nos últimos 20 anos pelo menos, esteve em modo vegetativo na garagem durante uns bons 14 anos a acumular pó. Ate que o Paulo Freitas teve a brilhante ideia de pegar nele e depois é ver isto que esta a mostra de todos, um restauro com pormenores que conferem a este modelo um especto de racer dos velhos tempos mas com caracter pessoal.
Todo este projeto transpira old shool jdm, desde as jantes usadas desde que rola, ao lip frontal acompanhado pelos focos,fazem crescer o carácter desportivo e denotam a quantidade de trabalho de pormenor que foi feito neste bólide. São estes pormenores que lhe conferem uma raça fora do normal, confesso que assim que vi a foto que o Paulo me enviou fiquei verdadeiramente boquiaberto com a agressividade e simplicidade deste projeto.
No que toca a mecânica esta neste momento com a motor original, o a12, e com a caixa de quatro também de origem, no entanto já esteve turbinado mas o projeto sofreu um revés e foi para já posto de parte, eu acho que deveria ser veneno puro conduzir um carro tao leve como este e ainda por cima com turbo. Mas mo que toca a mecânica digamos que não ira ficar por aqui o Paulo em conversa confidenciou-me que estava a ser ponderado uma nova preparação turbo ou então a adoção de um bloco Nissan proveniente do 180sx, o que a ser feito faz com que este carro fique um canhão, fico a espera de novidades...
Em suma um grande projeto com características únicas e que espero que sirva de motivo de orgulho para o Paulo durante muitos e bons anos, para mim e certamente um projeto bem conseguidos a rolar pelas estadas deste país, este mais concretamente na ilha da madeira.
É, sem sombra de duvida. uma perola a rolar pelas estradas do jardim do Atlântico....